Effect of fire in weeds of agroforestry system, Pará, Brazil

Authors

  • Fabrízia de Oliveira Alvino-Rayol IFPa
  • Breno Pinto Rayol Universidade Federal Rural da Amazônia

DOI:

https://doi.org/10.5965/223811711912020001

Keywords:

controlled burning, family farming, Amazon.

Abstract

The objective of this study was to assess the effect of fire on the structure, floristic composition, and diversity of weeds in an agroforestry system with two types of preparation of the area: with and without burning. The agroforestry system was composed of the species: Schizolobium amazonicum, Euterpe
oleracea, and Theobroma grandiflorum. For the sampling of the vegetation of the weeds, a wooden template of 0.25 m2 was used, randomly launched 20 times in each area assessed. The diversity of species (Shannon Diversity Index) and vegetation cover rate were calculated. The inventoried species were collected and sent for identification in the herbariums of the region. The diversity of species did not differ statistically in the two treatments. However, the highest rate of spontaneous vegetation cover was observed in the area prepared with the use of fire. The floristic composition of the spontaneous vegetation
presented only 32.3% of similarity between the two areas. The species that showed major importance in the emergent flora in both areas was Myrciaria tenella. Fire influenced the floristic composition and vegetation cover rate in the assessed areas.

References

ANDRADE VMS et al. 2017. Considerações sobre clima e aspectos edafoclimáticos da Mesorregião Nordeste

Paraense. In: CORDEIRO IMCC et al. (Org.). Nordeste Paraense: panorama geral e uso sustentável das florestas

secundárias. Belém: EDUFRA. p.59-96.

AYRES M et al. 2007. BioEstat 5.0: Aplicações estatísticas nas áreas das ciências biológicas e médicas: Sociedade

Civil Mamirauá/Belém. Brasília: CNPq. 290p.

BOND WJ & VAN WILGEN BW. 1996. Fire and plants. London: Chapman e Hall. 263p. (Population and community

biology 14).

BRAUN-BLANQUET J. 1979. Fitossociología: bases para el estudio de las comunidades vegetales. Madri: H. Blume.

p.

BRIGHENTI AM & OLIVEIRA MF. 2011. Biologia de plantas daninhas. In: OLIVEIRA JÚNIOR RS et al. (Eds). Plantas

daninhas e seu manejo. Curitiba: Omnipax, p.1-37.

BROWER JE et al. 1990. Field and laboratory methods for general ecology. 3.ed. New York: WMC Brown Publisher.

p.

CHAVES ALR et al. 2003. Erigon bonariensis: hospedeira alternativa do Lettuce mosaic vírus no Brasil. Fitopatologia

Brasileira 28: 307-311.

CORREIA NM et al. 2006. Influência do tipo e da quantidade de resíduos vegetais na emergência de plantas daninhas.

Planta daninha 24: 245-253.

DUARTE AP & DEUBER R. 1999. Levantamento de plantas infestantes em lavouras de milho “safrinha” no Estado de

São Paulo. Planta Daninha 17: 297-307.

GERWING J. 2003. A diversidade de histórias de vida natural entre seis espécies de cipós em floresta nativa na

Amazônia Oriental. In: VIDAL E & GERWING EJJ (Org.). Ecologia e manejo de cipós na Amazônia Oriental. Belém:

Imazon. p.95-119.

JANZEN DH. 1980. Ecologia vegetal nos trópicos. São Paulo: EDUSP. 79p.

LEAL EC et al. 2006. Banco de sementes em sistemas de produção de agricultura com queima e sem queima no

município de Marapanim, Pará. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Naturais 1: 19-29.

MAGURRAN AE. 1988. Ecological diversity and its measurement. Princeton: Princeton University Press. 177p.

MARTINS SV et al. 2002. Regeneração pós-fogo em um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual no município

de Viçosa, MG. Ciência Florestal 12: 11-19.

MARQUES LJP et al. 2011. Dinâmica de populações e fitossociologia de plantas daninhas no cultivo do feijão-caupi e

mandioca no sistema corte e queima com o uso de arado. Planta Daninha 29: 981-989.

MELO ACG & DURIGAN G. 2010. Impacto do fogo e da regeneração da comunidade vegetal em borda de Floresta

Estacional Semidecidual (Gália, SP, Brasil). Revista Brasileira de Botânica 33: 37-50.

MILEO LJ et al. 2006. Plantas de cobertura de solo como hospedeiras alternativas de Colletotrichum guaranicola. Planta

Daninha 24: 677-683.

MULLER-DOMBOIS D & ELLENBERG H. 1974. Aims and methods of vegetation ecology. New York: Jhon Wiley e

Sons. 574p.

NAIR PKR. 2007. The coming of age of agroforestry. Journal of the Science of Food and Agriculture 87: 1613-161.

OLIVEIRA AR.& FREITAS SP. 2008. Levantamento fitossociológico de plantas daninhas em áreas de produção de

cana-de-açúcar. Planta Daninha 26: 33-46.

PEREIRA ES et al. 2000. Avaliações qualitativas e quantitativas de plantas daninhas na cultura da soja submetida aos

sistemas de plantio direto e convencional. Planta Daninha 18: 207-217.

PUTZ FE. 1984. The natural history of lianas on Barro Colorado Island, Panamá. Ecology 65: 1713-1724.

RHEINHEIMER DS et al. 2003. Modificações nos atributos químicos de solo sob campo nativo submetido à

queima. Ciência Rural 33: 49-55.

SAMPAIO EVSB et al. 1993. Effect of different fire severities on coppicing of caatinga vegetation in Serra Talhada, PE,

Brazil. Biotropica 25: 452-460.

SCHNEIDER AA. 2007. A flora naturalizada no estado do Rio Grande do Sul, Brasil: herbáceas

subespontâneas. Biociências 15: 257-268.

SOUZA LSA et al. 2003. Composição florística de plantas daninhas em agrossistemas de cupuaçuzeiro (Theobroma

grandiflorum) e pupunheira (Bactris gasipaes). Planta Daninha 21: 249-255.

STEUTER AA & McPHERSON GR. 1995. Fire as a physical stress. In: BEDUNAH DJ & SOSEBEE RE. Wildland plantas

physiological ecology and developmental morphology. Denver: Society for Range Management. p.550-579.

UHL C. 1987. Factors controlling succession following slashand-burn agriculture in Amazonia. The Journal of Ecology

: 377-407.

YANAGIZAWA YANP & MAIMONI-RODELLA RCS. 1999. Composição florística e estrutura da comunidade de plantas

do estrato herbáceo em áreas de cultivo de árvores frutíferas. Planta Daninha 17: 459-468.

Published

2020-04-03

Issue

Section

Research Article - Science of Plants and Derived Products