Modativismo: Quando a moda encontra a luta
DOI:
https://doi.org/10.5965/25944631012026e8123Palavras-chave:
Moda, Ancestralidade, Decolonialidade, NegritudeResumo
Esta resenha analisa o livro Modativismo: Quando a moda encontra a luta, de Carol Barreto, publicado pela Editora Paralela em 2024. A obra propõe uma reflexão sobre as relações entre moda, corpo e política, instaurando o conceito de “modativismo” como uma epistemologia de resistência e um projeto de [re]existência estética das mulheres negras. Barreto concebe a moda como um território de luta simbólica e pedagógica, no qual o ato de vestir-se se transforma em gesto político e espiritual. A branquitude acadêmica e os paradigmas eurocêntricos que estruturam o ensino e a prática da moda são questionados pela autora a partir da proposta de uma pedagogia decolonial baseada na ancestralidade, na coletividade e na criação como forma de pensamento. Ao integrar arte, ativismo e ensino, Modativismo se estabelece como uma obra fundamental para a compreensão da moda enquanto prática crítica e campo de emancipação.
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Referências
BARRETO, Carol. Modativismo: Quando a moda encontra a luta. Editora Paralela, 2024, 206 p.
COLLINS, Patricia Hill. “Aprendendo com a outsider within: A significação sociológica do pensamento feminista negro”. Sociedade e Estado, Brasília, v. 31, n. 1, jan./abr. 2016.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade. São Paulo: Martins Fontes, 2013.
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