Dos guetos que habito: negritudes em procedimentos poéticos cênicos

Autores

  • Adriana Patricia Santos Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC
  • Stephan Arnulf Baumgärtel Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573101242015028

Resumo

As construções identitárias são ter- ritórios dinâmicos, ambivalentes e de negociação. Nesse sentido, falar de negritude parte do reconhecimento de que se age em determinado contexto. Um dos desa- fios para atores/performers negros seria como superar uma noção essencialista de negritude para uma noção performativa em que a negritude opere enquanto dispo- sitivo para uma poética? A reflexão a seguir discorre sobre como evidenciar os riscos dos discursos coloniais e pós-coloniais na cena para propor uma reflexividade com o que está apenas provisoriamente fixado enquanto identidade. Discutimos essa po- tencialidade a partir da noção de dispositi- vos cênicos provocadores. 

Biografia do Autor

Adriana Patricia Santos, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC

Atriz, Palhaça, Pesquisadora e Professora colaboradora no Departamento de Artes Cênicas da UDESC. Doutoranda em Teatro pelo PPGT/UDESC. 

Stephan Arnulf Baumgärtel, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC

Prof. Dr. Associado da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), atuando junto ao Programa de Pós-Graduação em Teatro (PPGT-CEART). 

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Publicado

2015-07-31

Como Citar

SANTOS, A. P.; BAUMGÄRTEL, S. A. Dos guetos que habito: negritudes em procedimentos poéticos cênicos. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 1, n. 24, p. 028 - 041, 2015. DOI: 10.5965/1414573101242015028. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/1414573101242015028. Acesso em: 18 set. 2021.

Edição

Seção

Dossiê Temático: Expressões da cena e do Teatro Negro