A cena, a cela e a tela: (Auto)crítica dos projetos visual e audiovisual do espetáculo Retrato de Augustine através da observação da contracena de duas atrizes/personagens femininas

Autores

  • Fátima Costa de Lima Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573102212013062

Resumo

Este artigo apresenta a crítica e autocrítica dos projetos cenográfico e audiovisual para a montagem teatral de Retrato de Augustine. A análise é baseada nas relações entre duas personagens femininas principais: Augustine e sua Mãe. O contexto histórico para a análise é o encontro entre Jean-Martin Charcot e Sigmund Freud nos anos 80 do século XIX. A abordagem teórica usa o conceito freudiano de “Unheimlich” (não familiar, estranho) para depois desdobrar os argumentos com as considerações de Hans-Thies Lehmann sobre esse conceito; e a noção de “psicopolítica”, de Peter Sloterdijk.  

Biografia do Autor

Fátima Costa de Lima, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC

Doutora em História Cultural (PPG de História – CFH/ UFSC, 2011), professora-pesquisadora do PPG de teatro e do Departamento de Artes Cênicas (DAC). Participa dos grupos de pesquisa Inter-textos (UDESC) e nEBEn (UFSC). Cenógrafa, figurinista e atriz.

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Publicado

2013-12-14

Como Citar

LIMA, F. C. de. A cena, a cela e a tela: (Auto)crítica dos projetos visual e audiovisual do espetáculo Retrato de Augustine através da observação da contracena de duas atrizes/personagens femininas. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 2, n. 21, p. 062-075, 2013. DOI: 10.5965/1414573102212013062. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/1414573102212013062. Acesso em: 26 jul. 2021.

Edição

Seção

Dossiê Temático: Teatro, gênero e feminismos