Compostaje para un solo fértil: proceso y poética en el espectáculo galhada

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573101572026e0103

Palabras clave:

antropoceno, compostaje, dramaturgia actoral

Resumen

Este texto analiza aspectos de la obra unipersonal galhada (rama), en tiempos de fisura. El proceso implicó colaboración artística en las áreas de dramaturgia, visuales, actuación, movimiento y sonido. El compostaje es una metáfora de esta creación colectiva que trascendió funciones preestablecidas, y en la que materiales inventivos y críticos, así como alteridades, se entremezclaron en una especie de humus escénico. Este término se conecta con la temática del espectáculo, que aborda la devastación en el Antropoceno. La escena opera con principios de dramaturgia actoral y elementos de la obra de conferencias en una poética performativa que combina investigación corporal, música en vivo, sonidos pregrabados e imágenes de video.

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Biografía del autor/a

Alice Stefânia Curi, Universidade de Brasília

Pós-doutorados junto à Universidade de São Paulo (USP, 2025) e à Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, 2019). Doutorado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA, 2007). Mestrado em Artes pela Universidade de Brasília (UnB, 2000). Graduação em Interpretação Teatral pela UnB (1995). Professora Titular da Universidade de Brasília.

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Publicado

2026-04-29

Cómo citar

CURI, Alice Stefânia. Compostaje para un solo fértil: proceso y poética en el espectáculo galhada. Urdimento, Florianópolis, v. 1, n. 57, p. 1–29, 2026. DOI: 10.5965/1414573101572026e0103. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/27902. Acesso em: 29 abr. 2026.

Número

Sección

Dossiê Temático: As artes vivas e o Antropoceno/Capitaloceno II

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