Percibiendo-haciendo bosques con mesas de trabajo en tiempos de ruinas y precariedades
DOI:
https://doi.org/10.5965/1414573101572026e0303Palabras clave:
mesa de trabajo, bosque, difusión científica y cultural, artes multiespecies, precariedadResumen
En tiempos de ruinas y precariedades (Tsing, 2019, 2022), buscamos explorar un camino fabulativo con las “mesas de trabajo”, un dispositivo de creación artística colectiva que busca percibir y crear bosques inventándose a sí mismos en compañía de seres más que humanos, como aves, virus, plantas y ranas. Nos centramos en reflexionar sobre cuatro mesas de trabajo creadas durante una residencia artística y en demostrar cómo estas relaciones con especies acompañantes (Haraway, 2021, 2022) fomentan la activación y la participación de los cuerpos (Greiner, 2017) en performances simbióticas multiespecie. Las mesas presuponen la florestania (Krenak, 2022) como un gesto político ante el Antropoceno.
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