Contato Improvisação como uma Arte de viver [parte 2]

Autores

  • Jörg Schmid
  • Tradutor: Bruno Garrote M. Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573102292017177

Resumo

A presente tradução é a continuação de uma tradução já publicada na revista Urdimento, v.1, n.28, p. 302-322, Julho 2017, relativa a uma parte do doutorado Contato Improvisação como Arte de viver, de Jörg Schmid da Universidade Philipps de Marburgo. Essa “[parte 2]” foca nos desenvolvimentos e diferentes formas de manifestação do Contato Improvisação (CI) após a primeira geração de dançarinos, trazendo a influência de outras práticas corporais, bem como o subsequente processo de profissionalização. Começaram, portanto, a surgir questões relativas a: criação de uma comunidade internacional com fóruns abertos; organização de festivais e encontros internacionais; desenvolvimento de plataformas onlines que conseguissem agregar a comunidade sem criar estruturas de poder muito centralizadoras e verticais; estruturação de laboratórios e de jams; discussões de temas recorrentes como os riscos da sexualização, a vivência do fluxo [Flow-Erleben], a atenção plena [Achtsamkeit] etc. Essa tradução pretende continuar contribuindo para o cenário da dança e dos estudos performáticos, mostrando a importância do CI como uma crescente e mundialmente disseminada forma de dança contemporânea e pesquisa de movimento corporal, ainda pouco estudada no Brasil.

Biografia do Autor

Jörg Schmid

Doutor pela Universidade Philipps de Marburgo

Tradutor: Bruno Garrote M., Universidade de São Paulo

Doutor em Filosofia e Teoria do Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (FD/USP). Criador e Responsável pela disciplina de cultura e extensão "Corpo e Consciência Jurídica" da FD/USP desde 2ºsem/2014. É dançarino e pesquisador de Contato Improvisação; e professor de AcroContact.

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Publicado

2017-11-02

Como Citar

SCHMID, J.; GARROTE M., T. B. Contato Improvisação como uma Arte de viver [parte 2]. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 2, n. 29, p. 177-192, 2017. DOI: 10.5965/1414573102292017177. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/1414573102292017177. Acesso em: 27 out. 2021.

Edição

Seção

Traduções