Análise de viabilidade da compostagem de dejetos suínos

Autores

  • Marino Luiz Eyerkaufer UDESC
  • André De Oliveira Brito

Resumo

Objetiva analisar a viabilidade econômica da compostagem de dejetos suínos. O estudo buscou além da literatura dados a campo num estudo de caso. O Estado de Santa Catarina destaca-se pelo volume de criação de suínos, sendo o primeiro no país em produção de carne suína. Com objetivo de atingir a desejada sustentabilidade no setor suinícola, faz-se necessário o desenvolvimento de alternativas que viabilizem o sistema, tanto no aspecto financeiro, econômico e ambiental. O sistema de tratamento de dejetos suínos mediante processo de compostagem tem o desafio de transformá-los de passivos ambientais em ativos financeiros, ambientais e ainda deixá-los em condições para geração de renda ou ainda no aproveitamento sem ônus ambiental na própria propriedade. Apresenta-se um estudo de caso de um projeto de compostagem para uma unidade produtora de leitão (UPL) com 950 suínos para o qual se levantou os investimentos necessários, os custos de manutenção e de produção e ainda a previsão de resultado o qual permitiu o cálculo do retorno econômico do investimento. Por fim, conclui-se que a compostagem de dejetos suínos se mostra viável economicamente além dos benefícios ambientais relacionados com os recursos hídricos, o solo e a atmosfera.

Biografia do Autor

Marino Luiz Eyerkaufer, UDESC

Possui graduação em ciências contábeis pela Universidade do Oeste de Santa Catarina UNOESC (2000). É especialista em Administração/Marketing pela mesma universidade (2004) e mestre em Ciências Contábeis pela Universidade Regional de Blumenau - FURB (2007). Atualmente é Professor do Departamento de Ciências Contábeis do Centro de Ensino Superior do Alto Vale de Itajaí - UDESC de Ibirama e Diretor do centro. Tem experiência administrativa tendo atuado em cooperativa agropecuária e de consumo, empresa e instituição de ensino superior em cargos como gerência de setor, controladoria e direção. A experiência pedagógica inclui participação em Núcleo Docente Estruturante de Curso (NDE), coordenação de Comissão Própria de Avaliação (CPA) e do Centro de Aperfeiçoamento Docente (CAD) além da manutenção de documentos e sistemas de informação do MEC/INEP/SINAES. Ministra aulas, cursos e palestras nas áreas de custos, gerencial, finanças, planejamento e orçamento bem como na área rural.
(Texto informado pelo autor)

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Publicado

2012-12-14

Edição

Seção

Artigos