SER PROFESSOR: deformar e criar pensamentos

Autores

  • Cláudio Benito Ferraz FCT/UNESP
  • Flaviana Gasparotti Nunes UFGD

Resumo

Este artigo parte das experiências que acumulamos durante nossas atividades como professores de Prática de Ensino e Estágio Supervisionado em Geografia nos cursos de Licenciatura da UNESP (SP), da UNIOESTE (PR) e da UFGD (MS). Tais experiências conduziram esta reflexão sobre o conflito entre uma formação que objetiva padronizar comportamentos por parte dos professores, os quais devem reproduzir conhecimentos já elaborados por outros e o desafio de criarem novos pensares com base em conflitos e diversidades presentes na sala de aula. Apontamos a necessidade de combater os processos que visam à formatação de professores instaurando situações em que a deformação se expresse. Deformar é tirar dos limites que tornam o pensar restrito a opiniões, as quais enclausuram as práticas docentes na mera reprodução de informações já dadas. Palavras-chave: Formação. Professor. Geografia. Pensamento. Diferença.

Biografia do Autor

Cláudio Benito Ferraz, FCT/UNESP

Doutor em geografia, vinculado no departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP. Trabalha com prática de ensino em geografia e epistemologia da ciência.

Flaviana Gasparotti Nunes, UFGD

Doutora em geografia, atua no curso de geografia da UFGD. Trabalha com prática de ensino em geografia.

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Publicado

2012-12-19

Como Citar

Ferraz, C. B., & Nunes, F. G. (2012). SER PROFESSOR: deformar e criar pensamentos. PerCursos, 13(2), 94-113. Recuperado de https://periodicos.udesc.br/index.php/percursos/article/view/2751