"Nordeste é uma ficção. Nordeste nunca houve": o migrante nordestino e a experiência da diáspora nas canções de Belchior

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DOI:

https://doi.org/10.5965/2525530408022023e0102

Palavras-chave:

Belchior, Nordeste, história & música

Resumo

O objetivo desse artigo é explorar a narrativa do migrante nordestino nas canções de Antônio Carlos Belchior e como a perspectiva diaspórica da trajetória do artista expressa-se de maneira sensível na sua forma de criar e representar o mundo enquanto sujeito migrante. Para isso, serão analisadas as canções Passeio (1974), Fotografia 3x4 (1976) e Conheço o Meu Lugar (1979), a partir de uma apreensão empírica da canção (TATIT, 2003) e de uma interpretação balizada na perspectiva de uma antropologia literária (ISER, 2013).

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Biografia do Autor

André Luiz Rocha Mattos Caviola, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutorando em História, na linha de pesquisa História e Culturas Políticas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestre em Artes (2022), na linha de pesquisa Processos de Formação, Mediação e Recepção pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Especialista em Análise e Gestão do Patrimônio Cultural (2020) e Licenciado em História (2018), ambos pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH). É professor efetivo de História, no ensino básico estadual (SEE-MG) e realiza pesquisas sobre a relação entre música e sociedade, a partir de uma perspectiva interdisciplinar entre arte, história e estudos musicológicos.

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Publicado

2023-08-29

Como Citar

CAVIOLA, André Luiz Rocha Mattos. "Nordeste é uma ficção. Nordeste nunca houve": o migrante nordestino e a experiência da diáspora nas canções de Belchior. Orfeu, Florianópolis, v. 8, n. 2, p. e0102, 2023. DOI: 10.5965/2525530408022023e0102. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/orfeu/article/view/23931. Acesso em: 17 abr. 2024.