Altamira 2042: Performance Feminista e o Antropoceno

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573103422021e0202

Palavras-chave:

Altamira 2042. , Performance, Feminismo, Antropoceno, Mudança Climática

Resumo

Este ensaio trata da crise climática através da discussão de Altamira 2042, uma performance-instalação multimídia de Gabriela Carneiro da Cunha, que aborda as conseqüências sociais, culturais e ambientais da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, responsável por um dos piores ecocídios do século XXI. A distopia de Belo Monte evidencia o conflito entre os interesses do capital global, as forças do "progresso" e a sobrevivência da população local e suas organizações sociais, conhecimentos e tradições; entre a tecnologia instrumental da modernidade e suas tecnologias antigas. O ensaio debruça-se sobre a questão de como as performances feministas podem responder ao espectro da extinção em massa e à crise da mudança climática.

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Biografia do Autor

  • Ana Bernstein, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)

    Doutora em Estudos da Performance (New York University). Mestre em História Social da Cultura (PUC-RJ). Bacharel em Artes Cênicas (Unirio). rofessora de História da Arte, Estética e Teoria do Teatro e Estudos da Performance da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (unirio).

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Publicado

13-12-2021

Como Citar

Altamira 2042: Performance Feminista e o Antropoceno. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, v. 3, n. 42, p. 1–21, 13 dez.2021.

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