Metáforas da luz em Vestido de Noiva, a luz subjetiva

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573101372020136

Palavras-chave:

Vestido de noiva, luz, trevas, mito, arquétipo

Resumo

Este texto tem por objetivo compreender a imagem cênica produzida no jogo entre luz e trevas apresentado nas rubricas do texto do espetáculo Vestido de Noiva, do dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues (1912-1980). Estes apontamentos realizados pelo autor são evocações de fragmentos de memórias que determinam a ação dramática e o estabelecimento da subjetividade como protagonista da cena, e também se apresentam como uma expressão arquetípica vivida no drama da personagem principal Alaíde. Para tal fim, apoia-se nas indicações (rubricas) do texto publicado, no expressionismo, na mitologia e nos conceitos de arquétipo tal como exposto pela psicologia analítica de Carl G. Jung (1875-1961). 

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Biografia do Autor

  • Eduardo de Souza Teixeira, Universidade Federal de Goiás
    Aluno de mestrado no Programa de Pós Graduação em Perfomrnaces Culturais - UFG. Ator, pesquisador, luminador e técnico em iluminação cênica no Teatro do Centro Cultural UFG.
  • Robson Corrêa de Camargo, Universidade Federal de Goiás
    Robson Corrêa de Camargo, idealizador e fundador do Programa de Pós Graduação Interdisciplinar em Performances Culturais da UFG (Doutorado e Mestrado). Encenador e crítico de teatro, coordena a Rede Goiana de Pesquisa em Performances Culturais, financiamentos CNPQ, FAPEG, CAPES, FUNAPE.

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Publicado

17-04-2020

Edição

Seção

Dossiê Temático - A LUZ EM CENA: Interfaces e aprendizados

Como Citar

Metáforas da luz em Vestido de Noiva, a luz subjetiva. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, v. 1, n. 37, p. 136–154, 17 abr.2020.

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