Nem moderno, nem pós-moderno: Jacques Rancière e os regimes de identificação das artes

Autores

  • André Fabiano Voigt Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Uberlândia, MG

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573102232014063

Resumo

O presente artigo descreve o uso conceitual, na obra de Jacques Rancière, dos “regimes de identificação das artes” – ético, representativo e estético –, em distinção aos argumentos dos intér-pretes da modernidade artística, como Walter Benjamin, Clement Greenberg, Pierre Bourdieu, Theodor Adorno & Max Horkheimer e Jean-François Lyotard, que defendem as noções de “modernidade”, “vanguarda” e “pós-modernidade” como categorias de interpretação da experiência artística dos últimos duzentos anos.

 

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Biografia do Autor

André Fabiano Voigt, Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Uberlândia, MG

Doutor em História (UFSC). Professor adjunto do Instituto de História e do Programa de Pós-graduação em História da Universidade Fede- ral de Uberlândia (UFU). Uberlândia, MG, Brasil. Artigo vinculado ao projeto História, arte e imagem: o conceito de “regime estético da arte” na obra de Jacques Rancière, aprovado pelo Edital CNPq 43/2013 e pelo Edital 01/2013 FAPEMIG. 

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Publicado

2014-07-07

Como Citar

VOIGT, A. F. Nem moderno, nem pós-moderno: Jacques Rancière e os regimes de identificação das artes. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 2, n. 23, p. 063 - 082, 2014. DOI: 10.5965/1414573102232014063. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/1414573102232014063. Acesso em: 3 out. 2022.