“Somos guardiões da memória...”: uma coleção homenageia os “vitoriosos” de 31 de março de 1964

Autores

  • Eduardo dos Santos Chaves Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.5965/2175180305102013133

Resumo

No presente artigo apresento um breve histórico das iniciativas das Forças Armadas em narrar a sua história pelos projetos de história oral, para em seguida analisar o surgimento de um desses resultados, a coleção “1964 - 31 de março: o movimento revolucionário e sua história”. Procuro, dessa forma, examinar o significado dessa coleção de entrevistas como resultado da disputa pela memória da ditadura brasileira, bem como uma homenagem àqueles que eles consideram “salvadores da pátria”. Da mesma forma, analiso a maneira pela qual o Exército procurou fazer história oral, assim como ele a entende quando da elaboração de seus acervos.

Palavras-chave: Ditadura civil-militar. Exército. Acervos.

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Biografia do Autor

Eduardo dos Santos Chaves, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Graduado e Mestre em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Atualmente realiza o doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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Publicado

2013-12-12

Como Citar

CHAVES, E. dos S. “Somos guardiões da memória...”: uma coleção homenageia os “vitoriosos” de 31 de março de 1964. Revista Tempo e Argumento, Florianópolis, v. 5, n. 10, p. 133 - 158, 2013. DOI: 10.5965/2175180305102013133. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/tempo/article/view/2175180305102013133. Acesso em: 28 nov. 2021.