Visualidade e tecnologias nos espetáculos contemporâneos: processos de criação e resultados artísticos

Sylvie Baillon

Resumo


Se a encenação é “tornar concreta/visível” uma ideia, um devaneio, um texto,
apoiando-se numa dramaturgia compreendida em seu sentido plural (seja a partir de um texto ou a partir de um processo de escritura cênica), ela passa pelo objeto ou objetos, mais ou menos opacos, como Julie Postel demonstra em sua recente tese, ou fenômenos de presenças – que poderiam então definir o teatro de bonecos. A princípio falarei sobre uma busca por presença em um dos meus espetáculos, envolvendo a imagem em 3D, Une tache sur l’aile du papillon (Uma mancha sobre a asa da borboleta), texto de Alain Cofino Gomez. Na sequência, falarei sobre um espetáculo que acompanhei, #Humans, de Lucas Prieux, que trabalhou em outro tipo de boneco digital. O que isso aponta para a dramaturgia? Na minha posição de pedagoga de encenação, eu parto do pressuposto de que não sei qual é o objeto que o aluno está procurando, e ele também não. E isso não passa, claro, por uma grande tecnologia. Então vamos juntos procurar qual é o objeto dessa experimentação que é uma “encenação”.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5965/2595034702212019236

Direitos autorais 2019 Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

 

INDEXADORES, DIRETÓRIOS E BASES DE DADOS: