Procedimentos de pesquisa, política e dissenso no registro do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste como patrimônio cultural do Brasil

Adriana Schneider Alcure

Resumo


O processo de pesquisa para o registro do Teatro de Bonecos Popular do
Nordeste (TBPN) como patrimônio imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), envolvendo quatro de suas expressões, o Mamulengo de Pernambuco, o João Redondo do Rio Grande do Norte, o Babau da Paraíba e o Cassimiro Coco do Ceará, se inseriu num contexto de debates mais amplos acerca das políticas patrimoniais brasileiras, trazendo especificidades. Os procedimentos adotados expressaram as condições e necessidades contemporâneas destas brincadeiras, e colocaram todos os participantes numa relação dialógica, dissensual e complexa. Ao analisá-los, o artigo questiona a existência de metodologias de pesquisas não isentas de debates políticos mais amplos, em especial as que envolvem alteridades
minoritárias.

Palavras-chave: Teatro de Bonecos Popular do Nordeste. Patrimônio imaterial.Metodologias
de pesquisa.


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DOI: http://dx.doi.org/10.5965/2595034701152016055

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