Figurinos, ou sobre a pele e os seus modos de existência

Amábilis de Jesus

Resumo


Tendo por metáfora a passagem bíblica do pecado original, intenta-se refletir
sobre as utilizações do figurino no teatro de animação em algumas montagens nas quais a pele parece discursar também sobre uma segunda-pele. E a partir dos estudos de Heinrich von Kleist duas possibilidades são analisadas: o figurino como um elo entre o inumano e o humano, e o figurino como um distanciador do humano. Outra discussão se acrescenta: a materialidade da pele e da sobre-pele para produzir a experiência estética como oscilação entre o sentido e o significado.


Palavras-chave: Figurino. Materialidades. Corpo.


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DOI: http://dx.doi.org/10.5965/2595034701122014062

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