Figurinos e subjetividades efêmeras

Amábilis de Jesus

Resumo


Busca-se refletir sobre os diferentes modos de abordagem do figurino, a partir da análise de espetáculos, de diferentes linguagens, que se
apresentaram nos festivais brasileiros de teatro de animação nesse início de
século. Toma-se por aporte o confronto entre as máximas: “O hábito não faz o monge” e “No teatro, o hábito faz o monge”, para discutir as formas de entender a materialização da subjetividade do personagem. Sublinham-se as subjetividades conjugadas, efêmeras, transitórias como próprias do teatro de animação.

Palavras-chave: Figurino; teatro de animação; subjetividade.


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DOI: https://doi.org/10.5965/2595034701072010044

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