A educação jesuítica na Amazônia Setecentista e os confrontos com o Pombalismo

Alberto Damasceno, Emina Santos, Daniel Palheta

Resumo


A atividade educativa desenvolvida pelos jesuítas no Estado do Grão-Pará, embora profícua, nem sempre foi pacífica. Se havia objetivos divergentes, desafios e ameaças existentes nas relações entre índios e Jesuítas, entre esses últimos e os representantes de Pombal, a situação era mais crítica. Na verdade, os dirigentes da política pombalina consideravam e temiam seriamente os Jesuítas como “inimigo” a ser enfrentado. E nisso, eles tinham os colonos europeus como aliados preferenciais. Eles percebiam nos padres missionários jesuítas uma espécie de ameaça, pois, fortemente organizados nas aldeias, os padres monopolizavam a mão de obra indígena. Neste contexto, Antonio Vieira representava uma espécie de efígie na defesa da liberdade dos nativos.

Palavras-chave: Educação. Grão-Pará. Jesuítas. Pombal.


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