Design como processo complexo: uma reflexão sobre potenciais relações entre acaso, Design e funções dos produtos

Fernanda de Souza Quintão, Ricardo Triska, Richard Perassi

Resumo


Na análise das formas de interação dos cidadãos com as metrópoles no século passado, em um momento dominado pelo racionalismo, quando a forma dos produtos deveria seguir a sua função prática, tentou-se excluir o acaso do processo de Design. Este trabalho, resultado de uma pesquisa teórica no campo de Design, procura refletir acerca de potenciais relações entre acaso, Design e complexidade, mediadas pela questão da funcionalidade de produtos, interpretando Design como processo inserido no pensamento complexo de Edgar Morin. Para tanto, conceitua-se complexidade; apresenta-se a participação do acaso no processo criativo; destacam-se racionalidade e objetividade, presentes no funcionalismo; e apresenta-se o desdobramento das funções do produto. Por fim, discute-se de que maneira Design pode ser visto como processo complexo.  Conclui-se que isso se dá quando o design, mesmo partindo de uma metodologia objetiva, reconhece o acaso como parte de seu processo; também a definição das funções estética e simbólica rompe com o reducionismo anterior, que via apenas a objetividade da função prática, e confirma a inserção do design na complexidade.


Palavras-chave


acaso; funções do produto; design; complexidade; Edgard Morin

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5965/1808312907092012429



Direitos autorais 2012 Fernanda de Souza Quintão, Ricardo Triska, Richard Perassi

URL da licensa: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Indexadores, diretórios e bases de dados

                   


Revista DAPesquisa - Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC - Centro de Artes - CEART

Endereço: Av. Madre Benvenuta, 1907 - Itacorubi - Florianópolis - SC - CEP: 88035-001

Email: dapesquisa@gmail.com       

ISSN 1808-3129

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.