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2017

v. 2 (2017)

Nesta edição são apresentados ensaios textuais em experimentações com a filosofia, a poesia e a arte. A poética de Ana Cristina César atravessa os textos dos autores contaminando suas escritas a partir da noção do fora na linguagem literária de Maurice Blanchot. Em variáveis infinitas, a diferença afirma-se nas escritas, compondo exercícios ficcionais que experimentam a exterioridade da linguagem em um plano de imanência. Cartas, inspiradas no baralho cigano, abrem os ensaios e propõem com os textos, a reinvenção da arte e da educação, além de convidar o leitor a com[por] com elas uma conversa infinita.


2016

v. 1 (2016)

Os textos apresentados conversam com Gilles Deleuze e se conectam a outros autores em forma de ensaios visuais e textuais.  Como em uma composição, os textos se misturam entre a pintura da década de 1980, o conceito de representação, o pensamento da diferença, o corpo acontecimento e o diário de uma pedra.  O que se tem é um emaranhado por entrelinhas que ora se cruzam, ora se deslocam em conversas infinitas. A diferença é o que interessa na interlocução com o leitor para que, cada um a seu jeito, possa a partir daquilo que leu reinventar outros modos de viver a vida e a escrita, pois escrever é sempre algo inacabado, sempre por vir a com[por] outras paisagens.

2017

v. 1 (2017)

A filosofia encontra a literatura, a arte e a educação nos ensaios visuais apresentados nesta edição. Os textos compõem com a visualidade modulações infinitas em exercícios de escrita ficcionais contaminados pela experiência do fora, noção de Maurice Blanchot. Abertos por cartas, inspiradas no baralho cigano, as composições textuais rompem com a linguagem comum experimentando a sua exterioridade em um plano de imanência. Como um murmúrio incessante, os ensaios convidam o leitor a com[por] com a superfície de suas páginas outros modos de ver a arte e a educação.

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