DESTRUIÇÃO, MEMÓRIA E O ENCANTO DAS RUÍNAS

Rafael Fontes Gaspar

Resumo


Frente à diversidade de práticas voltadas à participação do indivíduo no espaço
urbano, este artigo destina seu olhar sobre as expedições fotográficas da arquitetura urbana
em ruínas, denominada de urban exploration. O livro Nadja, de André Breton, fundamenta
essa análise em dois pontos: primeiro, o caminho errante do personagem que deambula pelas
ruas de Paris; segundo, a expressão de Breton que diz: “a beleza será convulsiva, ou não
será”. A afirmação de Breton diz respeito a uma beleza que é dinâmica, uma beleza que vem
da loucura, do instinto, do abandono, contrária à ideia de beleza harmônica e racional. Essa
abordagem talvez permita compreender o encanto do abandono no urban exploration.


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