Germination and initial growth of non-conventional species of physalis on different substrates and environments

Rafael Machado de Cecco, Elcio Silvério Klosowski, Daniel Fernandes da Silva, Fabíola Villa

Abstract


The use of substrates and environments is an important factor to be considered in determining the quality of germination and seedling growing of species of physalis. Given the above, the objective with this study was to evaluate the germination and early crowing of two non-conventional species of physalis, subjected to different environments and substrates. Were conducted two simultaneous experiments in the period from March to May / 2014 in Unioeste, PR. The experimental design used in the first experiment was a randomized, 2x3 factorial (2 physalis species: Physalis minima, Physalis ixocarpa x 3 environments: protect environment with plastic cover of 150 µm, greenhouse with 50% of shading and full sun) blocks containing 3 replicates and 50 seeds per experimental plot. The design of the second experiment was randomized, 2x4 factorial (2 physalis species: Physalis minima, Physalis ixocarpa x 4 substrates: expanded vermiculite of medium texture + latossol, Húmus Fértil® + latossol, washed sand of fine texture + latossol and Humus Fértil® + expanded vermiculite of medium texture, in proportion 1:1 v:v) blocks containing three replicates of 32 seeds per experimental plot. Was monitored by 22 days the experiments to obtain the emergence speed index. 60 days after the sowing was evaluated seedling height, stem diameter, number of leaves, fresh and dry biomass of seedlings. We conclude that, agricultural greenhouse and greenhouse of shade net providing emergence speed index of Physalis minima and Physalis Ixocarpa without distinction between these environments. Seedlings of P. ixocarpa should be produced in agricultural greenhouse, using as substrate mix of Humus fértil® commercial substrate + expanded vermiculite or latosol + vermiculite. Seedlings of P. minima must be produced in a mixture of Humus Fértil® + vermiculite under agricultural greenhouse with or under shade net.


Keywords


Physalis minima L., Physalis ixocarpa Brot., small fruits, sexual reproduction.

References


ANDRIOLO JL. 2011. Fisiologia das culturas protegidas. 1.ed. Santa Maria: Editora UFSM. 142p.

BRAUN H et al. 2010. Produção de mudas de tomateiro por estaquia: efeito do substrato e comprimento de estacas. Idesia 28: 9-15.

CARVALHO NM & NAKAGAWA J. 2000. Sementes: ciência, tecnologia e produção. 4.ed. Jaboticabal: FUNEP. 588p.

CAVIGLIONE JH et al. 2000. Cartas climáticas do Paraná. Edição 2000, versão 1.0. Londrina: IAPAR. CD ROM.

FACHINELLO JC et al. 2005. Propagação de Plantas Frutíferas. Brasília: Embrapa. 221p.

FERNANDES C et al. 2006. Desempenho de substratos no cultivo do tomateiro do grupo cereja. Horticultura Brasileira 24: 42-46.

FERRAZ MV et al. 2005. Caracterização física e química de alguns substratos comerciais. Acta Scientiarum. Agronomy 27: 209-214.

FERREIRA DF. 2011. Sisvar: a computer statistical analysis system. Ciência e Agrotecnologia. 35: 1039-1042.

GENDREAU E & CORBINEAU F. 2009. Physiological aspects of seed dormancy in woody ornamental plants. Propagation of Ornamental Plants 9: 151-158.

HARTMANN HT et al. 2011. Plant propagation: principles and practices. 8.ed. New York: Englewood Clipps. 915p.

KRATZ D et al. 2013. Propriedades físicas e químicas de substratos renováveis. Revista Árvore 37: 1103-1113.

LIMA CSM et al. 2010. Sistemas de tutoramento e épocas de transplante de physalis. Ciência Rural 40: 2472-2479.

LIMA JD et al. 2008. Efeitos da luminosidade no crescimento de mudas de Caesalpinia ferrea Mart. ex Tul. (Leguminosae, Caesalpinoideae). Acta Amazonica 38: 5-10.

LIMA JUNIOR EC et al. 2005. Trocas gasosas, características das folhas e crescimento de plantas jovens de Cupania vernalis Camb. submetidas a diferentes níveis de sombreamento. Ciência Rural 35: 1092-1097.

MAGUIRE JD. 1962. Speed of germination: aid in selection and evaluation for seedling emergence and vigor. Crop Science 2: 176-177.

MARCOS FILHO J. 2005. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba: FEALQ. 495p.

MEIRA MR et al. 2012. Crescimento, produção de fitomassa e teor de óleo essencial de melissa (Melissa officinalis L.) sob diferentes níveis de sombreamento. Revista Brasileira de Plantas Medicinais 14: 352-357.

MUNIZ J et al. 2014. General aspects of physalis cultivation. Ciência Rural 44: 964-970.

OLIVEIRA AB et al. 2009. Emergência de plântulas de Copernicia hospita Martius em função do tamanho da semente, do substrato e ambiente. Revista Brasileira de Sementes 31: 281-287.

OLIVEIRA AB & HERNANDEZ FFF. 2008. Absorção de nutrientes em mudas de berinjelas cultivadas em substratos alternativos. Revista Ciência Agronômica 39: 583-589.

PELIZZA TR et al. 2013. Produção de mudas de meloeiro amarelo, sob cultivo protegido, em diferentes substratos. Revista Ceres 60: 257-261.

PIVA AL et al. 2013. Emergence and initial development of Cape gooseberry (Physalis peruviana) seedlings with different substrate composition. African Journal of Agricultural Research 8: 6579-6584.

REIS JMR et al. 2010. Estratificação, ambientes e giberelina na antecipação da enxertia do pessegueiro ‘Okinawa’. Bioscience Journal 26: 591-601.

RODRIGUES E et al. 2009. Minerals and essential fatty acids of the exotic fruit Physalis peruviana L. Ciência e Tecnologia de Alimentos 29: 642-645.

RUFATO L et al. 2008. Aspectos técnicos da cultura da Physalis. 1.ed. Lages: CAV/UDESC; Pelotas: UFPel. 100p.

SBRUSSI CAG et al. 2014. Maturation stages of fruit development and physiological seed quality in Physalis peruviana. Revista Ciência Agronômica 45: 543-549.

SILVA DF et al. 2013. Conservação pós-colheita de fisális e desempenho produtivo em condições edafoclimáticas de Minas Gerais. Revista Ceres 60: 826-832.

SILVA DF et al. 2016. The production of Physalis spp. seedlings grown under different-colored shade nets. Acta Scientiarum. Agronomy 38: 257-263.

SILVA DF et al. 2017. Viabilidade polínica e quantificação de grãos de pólen em espécies de fisális. Revista Ciência Agronômica 48: 365-373.

SOUZA GS et al. 2014. Crescimento vegetativo e produção de óleo essencial de plantas de alecrim cultivadas sob telas coloridas. Bioscience Journal 30: 232-239.

VIDA JB et al. 2004. Manejo de doenças de plantas em cultivo protegido. Fitopatologia brasileira 29: 355-372.




DOI: http://dx.doi.org/10.5965/223811711712018045

Refbacks

  • There are currently no refbacks.


______________________________________________________________________________________________________________________________

Revista de Ciências Agroveterinárias (Rev. Ciênc. Agrovet.), Lages, SC, Brasil        ISSN 2238-1171