Caracterização de zeólitas do Município de Urupema, SC, e sua capacidade de remoção de Cu+2 de soluções aquosas

Tatiana Arruda Correia, Mari Lúcia Campos, Jaime Antônio de Almeida, David José Miquelluti, Maurício César Souza

Resumo


Este trabalho teve como objetivo caracterizar e avaliar a capacidade de remoção de cobre (Cu) de zeólitas disponíveis na região do Planalto Catarinense (zeólita basalto), comparando sua eficiência com uma zeólita comercial proveniente de Cuba. A caracterização mineralógica das zeólitas foi realizada por difratometria de raios-X. A capacidade de troca catiônica (CTC) foi determinada pelo método da saturação com amônio. Os estudos de capacidade de remoção de Cu pelas zeólitas foram divididos em duas etapas: (i) sem alteração da força iônica e sem alteração do valor de pH da solução; (ii) sem alteração da força iônica da solução em dois valores de pH 4,5 e 5,5. Os difratogramas de raios-X das amostras em temperatura ambiente e aquecidas evidenciaram a ocorrência de clinoptilolita na zeólita comercial, e heulandita na zeólita basalto. A CTC da zeólita comercial (Clinoptilolita) foi maior do que da zeólita basalto (Heulandita), porém isso não se refletiu na capacidade de remoção de cobre. Não houve diferença estatística entre as duas zeólitas para porcentagem média de remoção de cobre, em pH 8,3. A porcentagem adsorvida de Cu não foi influenciada pelo aumento do pH de 4,5 para 5,5.

Palavras-chave


Cobre; Difratometria de raio-X; Remoção; Adsorção; Zeólitas.

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Revista de Ciências Agroveterinárias (Rev. Ciênc. Agrovet.), Lages, SC, Brasil        ISSN 2238-1171