Densidade de plantas daninhas afetada por sistemas de manejo do solo e de adubação

Alvadi Antonio Balbinot Junior, Milton da Veiga

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a densidade de plantas daninhas mono e dicotiledôneas entre o sétimo e o décimo ano de condução de um experimento com cinco sistemas de manejo do solo associados a cinco formas de adubação, em Campos Novos, SC. O delineamento experimental foi em faixas longitudinais e transversais, alocadas em blocos casualizados, com três repetições. Os sistemas de manejo do solo foram: semeadura direta; escarificação e gradagem; preparo convencional; preparo convencional com resíduos culturais queimados; e preparo convencional com resíduos culturais retirados das parcelas. As formas de adubação foram: testemunha (ausência de adubação); adubos solúveis; esterco de aves; esterco de bovinos; e esterco de suínos. Do sétimo ao décimo ano, as culturas de cobertura de inverno usadas foram, sequencialmente: centeio; ervilhaca; aveia preta; e aveia preta consorciada com ervilhaca. Houve aumento da densidade de plantas daninhas monocotiledôneas com o incremento do distúrbio mecânico do solo e a retirada ou queima dos resíduos culturais. Para plantas daninhas dicotiledôneas ocorreu o inverso, pois houve aumento das densidades dessas plantas com a redução do distúrbio mecânico do solo e permanência do resíduo sobre este. As diferentes formas de adubação interferiram pouco na densidade de plantas daninhas.

Palavras-chave


Preparo do solo; Adubação orgânica; Remoção de resíduos; Queima de resíduos; Dinâmica populacional de plantas daninhas.

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Revista de Ciências Agroveterinárias (Rev. Ciênc. Agrovet.), Lages, SC, Brasil        ISSN 2238-1171